"Antes uma triste rotina, os atentados terroristas contra as cidades israelenses tornaram-se episódios raros nos últimos anos. Nesta segunda-feira, contudo, a população de Israel voltou a ser surpreendida pelos extremistas palestinos. Depois de um ano sem qualquer ataque contra suas cidades (sem contar os foguetes disparados de Gaza), o país foi alvo de dois homens-bomba. Uma mulher morreu.
Os dois terroristas suicidas atacaram em um shopping center da cidade de Dimona, onde fica a principal planta nuclear israelense. O primeiro conseguiu detonar a bomba que escondia em suas roupas. Foi ele quem matou a mulher. O segundo homem-bomba foi mortou antes que conseguisse detonar o cinto de explosivos que carregava. Os israelenses conseguiram evitar uma tragédia ainda maior.
Esse foi apenas o terceiro ataque terrorista contra Israel entre abril de 2006 e agora. O último ataque tinha acontecido em janeiro de 2007 -- quando três pessoas morreram em uma explosão numa padaria em Eilat. A principal discussão na imprensa israelense nesta segunda era sobre a possibilidade de ajuda indireta do Egito no atentado, já que o país abriu a sua fronteira com Gaza recentemente.
A investigação israelense tentará descobrir se os homens-bomba entraram pelo Egito, confirmando os temores do governo depois da abertura da divisa. O ataque, contudo, não foi de autoria do grupo terrorista Hamas, que controla Gaza, mas sim de um braço extremista da organização Fatah, que comanda a Autoridade Nacional Palestina e é reconhecida por Israel como interlocutor legítimo pela paz.
O grupo Exército da Palestina, subdivisão das Brigadas de Mártires de Al-Aqsa, reivindicou a responsabilidade pela ação. O grupo disse ter enviado os dois terroristas não da Faixa de Gaza, mas sim de Ramallah, na Cisjordânia, para a realização do que chamou do "heróico martírio". Sempre em guerra com o Fatah pelo poder, o Hamas elogiou os rivais, dizendo que o ataque foi uma "reação natural".
De acordo com os especialistas, a região onde fica Dimona -- o deserto de Negev -- seria a área mais vulnerável a possíveis ataques praticados pelos terroristas palestinos que teriam passado pela fronteira aberta entre Egito e Israel. Milhares de palestinos entraram e saíram de Gaza pelo Egito depois de vários meses de isolamento. Temia-se que a passagem seria usada para preparar novos atentados."
fonte:
http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1&id=136654&textCode=136654¤tDate=1202122260000
E assim os conflitos continuam. Até quando?
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Nomes, apelidos e bullying
"Que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume."
Assim Julieta disse a Romeu.

Um nome não torna alguém melhor ou pior. Shakespeare escreveria com menor qualidade se seu nome fosse John ou Peter? E algum John ou Peter escreveria tão bem quanto o escritor inglês se seu nome fosse Shakespeare? Assim ocorre com tudo na vida: os nomes somente denominam as coisas, sem alterar suas qualidades.
Confesso que os apelidos carinhosos costumam ser bem-vindos pelas pessoas, pois são reflexo da intimidade e do carinho existente entre elas.
O que me incomoda são os apelidos maldosos, principalmente aqueles inventados para chatear as pessoas. Sei que algumas pessoas dirão que isso é apenas uma brincadeira, principalmente quando ocorre entre crianças e jovens. Costume infeliz. O que as pessoas que apelidam as outras talvez não saibam é que o apelidado na maioria das vezes não gosta e fica chateado com a situação, muitas vezes sem saber como resolvê-la.
Geralmente, os apelidos são utilizados apenas como uma forma de agressão, o que, somado a outros comportamentos agressivos, atualmente passou a ser conhecido por bullying.
Bullying é uma palavra inglesa que significa usar o poder ou força para intimidar, excluir, implicar, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso, e perseguir os outros.
Ocorre principalmente entre os estudantes de 10 e 15 anos de idade, mas também pode ocorrer entre adultos no ambiente de trabalho.
Na escola, o bullying caracteriza-se pelos apelidos, gozações, a exclusão das brincadeiras, a humilhação e ridicularização, sendo uma soma de comportamentos que fazem parte da rotina de um número significativo de adolescentes. Como mais da metade dos alunos é vítima ou agressor, em algum momento da vida estudantil alguém sofreu, promoveu ou viu um ato de bullying.
A maioria das vítimas de bullying sentem-se intimidadas e isoladas chegando, em alguns casos, à perda de interesse pela escola e depressão.
Já na idade adulta, o bullying costuma acontecer no ambiente de trabalho, caracterizando-se por piadinhas ou críticas constantes ao desempenho de alguém, por dar mais tarefas do que um funcionário consegue cumprir para conduzi-lo ao erro e outras atitudes que deixam o trabalhador sentindo-se humilhado perante os demais colegas. O bullying pode vir de um superior ou de alguém de igual posição, sendo a primeira opção mais freqüente e, muitas vezes, culmina em um pedido de demissão.
Em ambos os tipos de bullying, há casos de pessoas que não suportaram tamanha pressão psicológica e cometeram suicídio.

O que fazer?
No caso do bullying escolar, os pais devem acreditar na existência do problema, apoiar seus filhos e buscar uma solução ao problema juntamente com a direção da escola ou universidade.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18676.shtml
http://www.bullying.com.br/BConceituacao21.htm
http://www.observatoriodainfancia.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=19
http://www.cicviseu.net/Principal/Noticias/Noticias.ASP?CodTema=15
http://www.esec-danielsampaio.pt/OsmeusWebsites_Webquest/Recursos.htm
http://www.espacoacademico.com.br/043/43lima.htm
http://www.advicenow.org.uk/go/feature/feature_363.html?pkgid=35
Assim Julieta disse a Romeu.

Um nome não torna alguém melhor ou pior. Shakespeare escreveria com menor qualidade se seu nome fosse John ou Peter? E algum John ou Peter escreveria tão bem quanto o escritor inglês se seu nome fosse Shakespeare? Assim ocorre com tudo na vida: os nomes somente denominam as coisas, sem alterar suas qualidades.
Confesso que os apelidos carinhosos costumam ser bem-vindos pelas pessoas, pois são reflexo da intimidade e do carinho existente entre elas.
O que me incomoda são os apelidos maldosos, principalmente aqueles inventados para chatear as pessoas. Sei que algumas pessoas dirão que isso é apenas uma brincadeira, principalmente quando ocorre entre crianças e jovens. Costume infeliz. O que as pessoas que apelidam as outras talvez não saibam é que o apelidado na maioria das vezes não gosta e fica chateado com a situação, muitas vezes sem saber como resolvê-la.
Geralmente, os apelidos são utilizados apenas como uma forma de agressão, o que, somado a outros comportamentos agressivos, atualmente passou a ser conhecido por bullying.
Bullying é uma palavra inglesa que significa usar o poder ou força para intimidar, excluir, implicar, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso, e perseguir os outros.
Ocorre principalmente entre os estudantes de 10 e 15 anos de idade, mas também pode ocorrer entre adultos no ambiente de trabalho.
Na escola, o bullying caracteriza-se pelos apelidos, gozações, a exclusão das brincadeiras, a humilhação e ridicularização, sendo uma soma de comportamentos que fazem parte da rotina de um número significativo de adolescentes. Como mais da metade dos alunos é vítima ou agressor, em algum momento da vida estudantil alguém sofreu, promoveu ou viu um ato de bullying.
A maioria das vítimas de bullying sentem-se intimidadas e isoladas chegando, em alguns casos, à perda de interesse pela escola e depressão.
Já na idade adulta, o bullying costuma acontecer no ambiente de trabalho, caracterizando-se por piadinhas ou críticas constantes ao desempenho de alguém, por dar mais tarefas do que um funcionário consegue cumprir para conduzi-lo ao erro e outras atitudes que deixam o trabalhador sentindo-se humilhado perante os demais colegas. O bullying pode vir de um superior ou de alguém de igual posição, sendo a primeira opção mais freqüente e, muitas vezes, culmina em um pedido de demissão.
Em ambos os tipos de bullying, há casos de pessoas que não suportaram tamanha pressão psicológica e cometeram suicídio.

O que fazer?
No caso do bullying escolar, os pais devem acreditar na existência do problema, apoiar seus filhos e buscar uma solução ao problema juntamente com a direção da escola ou universidade.
No trabalho, a pessoa pode começar conversando sobre o que está acontecendo com seu chefe. Caso isso seja ineficaz, ela deve procurar o seu sindicato e, na ausência deste, o setor de recursos humanos e fazer uma reclamação por escrito. Caso não obtenha uma solução, ela pode procurar um advogado trabalhista e pedir-lhe conselhos. E, se nada mais funcionar, a pessoa pode iniciar um processo judicial.
Em todas as formas de bullying, a instituição deve buscar previnir novos casos, divulgando informação, conscientizando e sensibilizando todos sobre a existência do problema.
A prevenção é sempre o melhor caminho!
Fontes consultadas:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18676.shtml
http://www.bullying.com.br/BConceituacao21.htm
http://www.observatoriodainfancia.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=19
http://www.cicviseu.net/Principal/Noticias/Noticias.ASP?CodTema=15
http://www.esec-danielsampaio.pt/OsmeusWebsites_Webquest/Recursos.htm
http://www.espacoacademico.com.br/043/43lima.htm
http://www.advicenow.org.uk/go/feature/feature_363.html?pkgid=35
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Dia Internacional da Paz
"Celebra-se hoje o "Dia Internacional da Paz" instituído pela Assembléia Geral da ONU, em 1981.
Na verdade, em 1981, a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou que o dia da abertura de seu período ordinário de sessões, em setembro, seria "proclamado e observado oficialmente como Dia Internacional da Paz, e dedicado a comemorar e fortalecer os ideais de paz em cada nação e cada povo, e entre eles" (resolução 36/67).
Todavia, no dia 7 de setembro de 2001, a mesma Assembléia Geral decidiu que, a partir de 2002, o Dia Internacional da Paz seria celebrado a cada 21 de setembro, data a ser observada por todos os povos, para a celebração e observância da paz (resolução 55/282).
O evento de hoje é um convite a um cessar-fogo global, e para refletir sobre os valores da paz, e da não-violência. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pede, num comunicado difundido para esta data, que, em todos os países do mundo, ao meio-dia, seja observado um minuto de silêncio, e que os combatentes respeitem esse momento, cessando todas as hostilidades.
O secretário-geral da ONU sugere ainda, que os grupos religiosos e espirituais façam uma vigília de 24 horas, nos diferentes locais de culto ou de agregação.
O Conselho Mundial das Igrejas (CMI) aderiu às manifestações pelo Dia Internacional da Paz, convidando os cristãos do mundo inteiro a se unirem em torno da iniciativa da ONU fazendo de hoje, um dia internacional de oração pela paz.
De fato, o tema deste ano é "Faz de mim um instrumento de tua paz".Ban Ki-moon sublinha ainda, em seu comunicado, que a paz deve se tornar um objetivo de todos, uma paixão e não apenas uma prioridade. "Devemos nos empenhar sempre mais pela paz, fazendo com que todo dia seja dia de paz" - finaliza.
O dia de hoje tem uma estreita ligação como o "Dia Internacional da Não-violência", que será celebrado no próximo dia 2 de outubro."
Fonte:
http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=156381
Paz!
Palavra curta, simples de se pronunciar, que abrange um sentimento profundo e muito procurado, cuja ausência pode ser observada em diversos atos de violência.
Paz!
A Palestina, assim como muitas outras áreas de conflito, vivem dias amargos e sangrentos na sua ausência, fazendo com que inúmeras famílias busquem azilo em outros países.
Paz!
Objetivo único, muitas medidas a serem tomadas, tantas vidas perdidas na sua ausência.
Paz!
Ó, paz! Que aprendamos a valorizá-la para não mais perdê-la quando a alcançarmos!
Na verdade, em 1981, a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou que o dia da abertura de seu período ordinário de sessões, em setembro, seria "proclamado e observado oficialmente como Dia Internacional da Paz, e dedicado a comemorar e fortalecer os ideais de paz em cada nação e cada povo, e entre eles" (resolução 36/67).
Todavia, no dia 7 de setembro de 2001, a mesma Assembléia Geral decidiu que, a partir de 2002, o Dia Internacional da Paz seria celebrado a cada 21 de setembro, data a ser observada por todos os povos, para a celebração e observância da paz (resolução 55/282).
O evento de hoje é um convite a um cessar-fogo global, e para refletir sobre os valores da paz, e da não-violência. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pede, num comunicado difundido para esta data, que, em todos os países do mundo, ao meio-dia, seja observado um minuto de silêncio, e que os combatentes respeitem esse momento, cessando todas as hostilidades.
O secretário-geral da ONU sugere ainda, que os grupos religiosos e espirituais façam uma vigília de 24 horas, nos diferentes locais de culto ou de agregação.
O Conselho Mundial das Igrejas (CMI) aderiu às manifestações pelo Dia Internacional da Paz, convidando os cristãos do mundo inteiro a se unirem em torno da iniciativa da ONU fazendo de hoje, um dia internacional de oração pela paz.
De fato, o tema deste ano é "Faz de mim um instrumento de tua paz".Ban Ki-moon sublinha ainda, em seu comunicado, que a paz deve se tornar um objetivo de todos, uma paixão e não apenas uma prioridade. "Devemos nos empenhar sempre mais pela paz, fazendo com que todo dia seja dia de paz" - finaliza.
O dia de hoje tem uma estreita ligação como o "Dia Internacional da Não-violência", que será celebrado no próximo dia 2 de outubro."
Fonte:
http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=156381
Paz!
Palavra curta, simples de se pronunciar, que abrange um sentimento profundo e muito procurado, cuja ausência pode ser observada em diversos atos de violência.
Paz!
A Palestina, assim como muitas outras áreas de conflito, vivem dias amargos e sangrentos na sua ausência, fazendo com que inúmeras famílias busquem azilo em outros países.
Paz!
Objetivo único, muitas medidas a serem tomadas, tantas vidas perdidas na sua ausência.
Paz!
Ó, paz! Que aprendamos a valorizá-la para não mais perdê-la quando a alcançarmos!
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Agressão entre torcidas
É muito divulgada a agressão entre torcidas de times de futebol. Mas não são só esses torcedores do esporte que praticam tais atos violentos.
A violência também está presente em jogos amistosos entre universidades, como o Intermed.
O Intermed é organizado por associações atléticas dos cursos de medicina.
O clima, que deveria ser de confraternização, terminou em violência durante a comemoração do time vitorioso, quando uma estudante de medicina da Unicamp foi atingida por uma tijolada. Isso ocorreu durante um jogo entre alunos dos cursos de medicina da Unicamp e da Pontifícia Universidade Católica (PUC), também de Campinas. A aluna passou por cirurgia e está bem, na medida do possível para quem levou uma tijolada no rosto.
A PUC-Campinas informou que aguarda a conclusão do inquérito. A Unicamp lamentou as agressões e disse que o evento é organizado pelas associações. O secretário-geral do Intermed 2007, Fernando Carfa, da Escola Paulista de Medicina, disse que uma comissão apurará a briga. Segundo ele, as associações podem ser multadas.
Matéria em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u328025.shtml ,
http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/09/13/297707423.asp e mais recente em
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL103873-5605,00.html
Tentando entender o porquê de um evento de confraternização estudantil terminar num ato de tal violência, conversei com alguns universitários. Obtive a explicação de que os torcedores ficam provocando o time adversário para que eles percam a concentração, o que costuma ter efeito. O problema está quando o jogo termina, pois muitos times ou torcedores resolvem levar a sério as provocações e a violência começa, tomando proporções desastrosas.
Algumas frases utilizadas para diminuir o moral:
- Vai transar com a betoneira! (utilizada para provocar o time da Engenharia Civil)
- Estatística pra quê, se eu tenho uma HP?!
- A 7 não tem bunda! (a jogadora chateou-se e perdeu a concentração)
- PUC? Não! Unesp? Não! FGV? Não! É tudo a mesma bosta! (utilizada quando não se sabia contra qual time se jogava)
- Pequenininha! Pequenininha! A torcida adversária cabe dentro de um fusquinha!
Conclusão
É preciso decidir se as ofensa são brincadeiras ou não, pois se são brincadeiras não devem ser levadas a sério e se não o são, é preciso parar com elas.
A violência também está presente em jogos amistosos entre universidades, como o Intermed.
O Intermed é organizado por associações atléticas dos cursos de medicina.
O clima, que deveria ser de confraternização, terminou em violência durante a comemoração do time vitorioso, quando uma estudante de medicina da Unicamp foi atingida por uma tijolada. Isso ocorreu durante um jogo entre alunos dos cursos de medicina da Unicamp e da Pontifícia Universidade Católica (PUC), também de Campinas. A aluna passou por cirurgia e está bem, na medida do possível para quem levou uma tijolada no rosto.
A PUC-Campinas informou que aguarda a conclusão do inquérito. A Unicamp lamentou as agressões e disse que o evento é organizado pelas associações. O secretário-geral do Intermed 2007, Fernando Carfa, da Escola Paulista de Medicina, disse que uma comissão apurará a briga. Segundo ele, as associações podem ser multadas.
Matéria em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u328025.shtml ,
http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/09/13/297707423.asp e mais recente em
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL103873-5605,00.html
Tentando entender o porquê de um evento de confraternização estudantil terminar num ato de tal violência, conversei com alguns universitários. Obtive a explicação de que os torcedores ficam provocando o time adversário para que eles percam a concentração, o que costuma ter efeito. O problema está quando o jogo termina, pois muitos times ou torcedores resolvem levar a sério as provocações e a violência começa, tomando proporções desastrosas.
Algumas frases utilizadas para diminuir o moral:
- Vai transar com a betoneira! (utilizada para provocar o time da Engenharia Civil)
- Estatística pra quê, se eu tenho uma HP?!
- A 7 não tem bunda! (a jogadora chateou-se e perdeu a concentração)
- PUC? Não! Unesp? Não! FGV? Não! É tudo a mesma bosta! (utilizada quando não se sabia contra qual time se jogava)
- Pequenininha! Pequenininha! A torcida adversária cabe dentro de um fusquinha!
Conclusão
É preciso decidir se as ofensa são brincadeiras ou não, pois se são brincadeiras não devem ser levadas a sério e se não o são, é preciso parar com elas.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
O medo de 11 de setembro continua
Seis anos se passaram desde o ataque às Torres Gêmeas em Nova York e Osama bin Laden continua a espalhar medo.
Apesar de ser o homem mais procurado pelos EUA, o líder da Al Qaeda está livre e homenageando os terroristas que participaram do atentado em 2001.
Através de uma gravação, Bin Laden afirma que os EUA continuam vulneráveis depois dos atentados de 11 de setembro e que deviam se converter ao islamismo para prevenir uma guerra.
Fonte:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/09/11/297672270.asp
O mundo precisa de paz. Até quando o medo será nosso algoz?
Apesar de ser o homem mais procurado pelos EUA, o líder da Al Qaeda está livre e homenageando os terroristas que participaram do atentado em 2001.
Através de uma gravação, Bin Laden afirma que os EUA continuam vulneráveis depois dos atentados de 11 de setembro e que deviam se converter ao islamismo para prevenir uma guerra.
Fonte:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/09/11/297672270.asp
O mundo precisa de paz. Até quando o medo será nosso algoz?
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Estupro
Estupro é uma violação ao corpo e à mente executada de uma maneira tão drástica que é abominável saber que ainda ocorre, mesmo que a humanidade esteja tão evoluída em vários outros aspectos.
Trabalho em um hospital e hoje havia uma paciente com múltiplos hematomas faciais por ter oferecido resistência ao seu estuprador. Muitos são os estupros que são acompanhados por espancamentos e inúmeros são os casos das vítimas que falecem.
Pesquisei pelo Google em busca de índices palpáveis e vários sites me informaram outro fato: muitos estupros não são notificados!
No site Cosmo On Line, há uma matéria sobre a violência no estado de São Paulo, que diz:
"A subnotificação na Capital e na região metropolitana de São Paulo seriam, na opinião de analistas, o motivos para o interior superar a metrópole nas ocorrências policiais de furto e estupro.
Segundo a delegada Márcia Salgado, responsável pelo setor técnico de apoio às Delegacias de Defesa da Mulher, os altos índices de estupro no interior estariam vinculados ao fato de as mulheres na Capital e na região metropolitana de São Paulo terem maior receio em notificar os casos.
"A grande maioria dos estupros em São Paulo são casos de violência doméstica, praticada muitas vezes pelo próprio marido. Temos constatado que as mulheres no interior têm mais disposição de denunciar esses crimes do que as da Capital e da região metropolitana", disse.
http://www.cosmo.com.br/especial/violencia/vio3.shtm
Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a África do Sul é o país onde ocorre o maior índice de estupro no mundo. No site da ONU, obtive a informação:
"(...) dados de vários países mostram que, em algum momento de suas vidas, entre 10% e 60% das mulheres sofrerão violência física nas mãos de seus parceiros, e entre 20% e 75% sofrerão abuso emocional. Mais de 20% das mulheres serão vítimas de violência sexual."
http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=4983
Há mais dados estatísticos da OMS (Organização Mundial da Saúde) no Portal da Violência contra a Mulher:
http://www.patriciagalvao.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/noticias.shtml?x=75
Uma vez fui assaltada por dois bandidos. O que segurava a arma propôs ao outro que aproveitasse o fato do sol ainda não ter nascido e que a rua estava deserta. Era 6:00 da manhã e eu estava indo ao hospital trabalhar. Pedi muito para que eles levassem o dinheiro e me deixassem ir embora. Nunca mais esqueci o que senti naquele momento, enquanto os dois discutiam o meu destino. A sensação de fragilidade e impossibilidade de ação é enorme. Você se sente a mercê de uma situação horrível contra a qual não pode agir. Felizmente o estupro não consumou-se. O bandido desarmado apiedou-se de mim e convenceu o outro a me deixar partir. Mas a sensação permanece e até hoje eu evito andar na rua quando escurece ou antes do amanhecer. Evito ruas pouco movimentadas e presto atenção em pessoas em atitudes suspeitas.
Imagine o trauma de quem foi vítima do ato?
Numa sociedade que evolui tanto tecnologicamente, faltam conceitos morais tão básicos...
Trabalho em um hospital e hoje havia uma paciente com múltiplos hematomas faciais por ter oferecido resistência ao seu estuprador. Muitos são os estupros que são acompanhados por espancamentos e inúmeros são os casos das vítimas que falecem.
Pesquisei pelo Google em busca de índices palpáveis e vários sites me informaram outro fato: muitos estupros não são notificados!
No site Cosmo On Line, há uma matéria sobre a violência no estado de São Paulo, que diz:
"A subnotificação na Capital e na região metropolitana de São Paulo seriam, na opinião de analistas, o motivos para o interior superar a metrópole nas ocorrências policiais de furto e estupro.
Segundo a delegada Márcia Salgado, responsável pelo setor técnico de apoio às Delegacias de Defesa da Mulher, os altos índices de estupro no interior estariam vinculados ao fato de as mulheres na Capital e na região metropolitana de São Paulo terem maior receio em notificar os casos.
"A grande maioria dos estupros em São Paulo são casos de violência doméstica, praticada muitas vezes pelo próprio marido. Temos constatado que as mulheres no interior têm mais disposição de denunciar esses crimes do que as da Capital e da região metropolitana", disse.
http://www.cosmo.com.br/especial/violencia/vio3.shtm
Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a África do Sul é o país onde ocorre o maior índice de estupro no mundo. No site da ONU, obtive a informação:
"(...) dados de vários países mostram que, em algum momento de suas vidas, entre 10% e 60% das mulheres sofrerão violência física nas mãos de seus parceiros, e entre 20% e 75% sofrerão abuso emocional. Mais de 20% das mulheres serão vítimas de violência sexual."
http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=4983
Há mais dados estatísticos da OMS (Organização Mundial da Saúde) no Portal da Violência contra a Mulher:
http://www.patriciagalvao.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/noticias.shtml?x=75
Uma vez fui assaltada por dois bandidos. O que segurava a arma propôs ao outro que aproveitasse o fato do sol ainda não ter nascido e que a rua estava deserta. Era 6:00 da manhã e eu estava indo ao hospital trabalhar. Pedi muito para que eles levassem o dinheiro e me deixassem ir embora. Nunca mais esqueci o que senti naquele momento, enquanto os dois discutiam o meu destino. A sensação de fragilidade e impossibilidade de ação é enorme. Você se sente a mercê de uma situação horrível contra a qual não pode agir. Felizmente o estupro não consumou-se. O bandido desarmado apiedou-se de mim e convenceu o outro a me deixar partir. Mas a sensação permanece e até hoje eu evito andar na rua quando escurece ou antes do amanhecer. Evito ruas pouco movimentadas e presto atenção em pessoas em atitudes suspeitas.
Imagine o trauma de quem foi vítima do ato?
Numa sociedade que evolui tanto tecnologicamente, faltam conceitos morais tão básicos...
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